A Kroton e a Fundação Pitágoras assinaram, na última segunda-feira (11), o “Pacto Universitário pela Promoção do Respeito à Diversidade, da Cultura da Paz e dos Direitos Humanos”. A assinatura teve transmissão ao vivo pelo Espaço Acadêmico da Kroton e esclareceu o compromisso que a companhia e suas unidades têm no desenvolvimento de atividades educativas de promoção e de defesa dos direitos humanos. O Pacto é uma iniciativa do Ministério da Educação (MEC) e do Ministério da Justiça e Cidadania, voltada às Instituições de Ensino Superior (IES) com o objetivo de superar a violência, o preconceito e a discriminação ao promoverem a cultura do respeito à diversidade.

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Na presença do Diretor de Educação em Direitos Humanos e Cidadania do MEC, Daniel de Aquino Ximenes, e de Amarilis Bush Tavares, Coordenadora Geral de Supervisão da Educação Superior, o CEO da Kroton, Rodrigo Galindo, reforçou que a Kroton contribuirá para multiplicar a importância do Pacto Universitário. “Entendemos que o envolvimento de nossas instituições é fundamental. Com essa parceria, vamos fortalecer o compromisso de sensibilizar e disseminar em toda a comunidade acadêmica uma cultura de respeito à cidadania e à diversidade, promovendo o combate ao preconceito e à intolerância”.

O professor Evando Neiva, presidente da Fundação Pitágoras, “braço social” da Kroton, falou sobre a alegria e a gratidão pela oportunidade de trabalhar junto aos ministérios nessa iniciativa que classificou como integradora e detalhou como ela já é representada na Kroton em diversas frentes. Ele citou o Comitê de Responsabilidade Social e os programas que a Kroton e a Fundação Pitágoras desenvolvem há anos dentro do tema de direitos humanos, como a Conspiração Mineira pela Educação e o sucesso do Sistema de Gestão Integrado (SGI), que melhora a gestão das escolas públicas e com isso a qualidade da educação, e do programa que oferece ensino a pessoas encarceradas, para que tenham perspectivas após deixarem o presídio, e mais a Aliança Brasileira pela Educação, lançada na mesma época que o Pacto Universitário, no ano passado, e “de uma grandeza compatível com o tamanho da Kroton”.

Gislaine Moreno, da Diretoria de Desenvolvimento Institucional da Kroton, ressaltou o caráter voluntário da adesão da companhia, que sempre trabalhou o tema por estar alinhado à sua Missão, Visão e Valores. “Hoje foi o momento de nos pactuarmos. Agora é hora de agirmos, elaborarmos os planos de ação e implantá-los”. Gislaine convocou diretores, coordenadores e professores de todas as unidades a se comprometerem com o Pacto, visto que “nas salas de aula é onde a maior parte das interações acontecerão”.

As unidades devem elaborar planos de ação com iniciativas nas áreas de ensino, pesquisa, extensão, gestão e convivência universitária e comunitária. A intenção é incluir conteúdos de educação em direitos humanos como componentes curriculares e em atividades nos cursos de graduação, pós, licenciatura e formação dos profissionais de educação; estimular o tema em TCCs, dissertações de mestrado, teses de doutorado e linhas de pesquisa; além de campanhas continuadas para a sensibilização dos corpos docente, discente, colaboradores e comunidade.

(Notícia publicada pela Kroton)